terça-feira, outubro 28, 2008

Parmalat

Adoro essas propagandas

Eles ainda pequenos:


Agora na versão "cresci" com parmalat:

quarta-feira, outubro 22, 2008

Fraldas de Pano

Fiquei com muita vontade de testar o uso de fraldas de pano...
Dêem uma olhada... São lindas e é uma economia e tanto! Só me da medo lavar todo dia.. Ja basta a casa q tenho q arrumar, as roupas que tenho q lavar e não dou conta.

http://www.babyslings.com.br/fraldas_de_pano_web.htm

quarta-feira, outubro 08, 2008

Mães Bem Resolvidas (MBR)

AMEI esse texto que peguei no Mamães amigas (comunidade do orkut). Não sei quem escreveu, se alguém souber, me fale, que eu vou colocar os devidos créditos.

Mães bem resolvidas (MBR® ) sabem que....

O bebê pode nascer de cesárea,
Pode precisar de mamadeira,
Pode gostar de chupar o dedo ou chupeta,
Pode experimentar papinha nestlé,
Pode mandar pra dentro um mingau vez ou outra,
Pode dormir com os pais,
Pode apostar uma corrida de andador,
Pode ser cuidado por uma babá durante o dia,
Pode ir para a creche,
Pode tomar uma vacina desnecessária só para deixar a mãe mais tranquila,
Pode ter um bonequinho do MacDonald's,
Pode tomar banho com os pais,
Pode ganhar selinho na boca,
Pode ir no banheiro com a avó,
Pode tomar um antibiótico uma vez, sem ter certeza de que é mesmo necessário,
Pode ser amamentado até os 5 anos ou não mamar,
Pode até ter pais que perdem a paciência num dia qualquer.

Pode TUDO e ainda ser MUITO FELIZ, porque é AMADO por pessoas de VERDADE.

MBR® São contra a CARTILHA, porque vivem ao invés de pregar. E já estão colhendo frutos, porque mostram o melhor exemplo que poderiam mostrar: o da sinceridade.

segunda-feira, outubro 06, 2008

Mãe - Uma solidão solteira

Esse texto fala tudo e mais um pouco... Li na revista Claudia Bebê

Por Fabricio Carpinejar

O que é ser mãe? É nunca precisar responder a essa pergunta. Diferente de pai, que sempre se explica e gosta de se explicar. Mãe parece que nasce sabendo, não importa a idade, não importa a disposição. Julga-se como um dom natural e um desejo de vida, desde o momento em que brincava de boneca na infância e formava uma família imaginária no quarto. Que menina, quando pequena, já não sonhava em trocar a roupa do filho ao vestir e desvestir sua Barbie? Ser mãe não é encarado como profissão nem deve, mas é tão estafante quanto um início de carreira. O papel é visto como prazer e dádiva. Para alguns homens, é reconhecido como o cumprimento de um ideal. Um sonho. Mas não significa que será fácil. E não é. Responde a um dos períodos de maior aprendizado, nervosismo e tensão. Durante a gravidez, a mulher se multiplica. Espiritualmente é duas. Ganha atenção dobrada. Seus pedidos mais estranhos são atendidos. Cavalheirismo e educação exagerados batem à sua porta. Não me refiro aos assentos vermelhos do ônibus e do metrô e dos guichês do banco, reservados a gestantes. Muito além disso: abrem-se os caminhos do entendimento e da cordialidade. Ela encontra uma paz de bosque, uma quietude social. Não é contestada, criticada, desafiada. Nada que prejudique o andamento da gestação. Sua fragilidade a ilumina de carícias.

DEPOIS DO NASCIMENTO, desconfia de que sua barriga serviu para um aluguel de luxo, que os familiares se importavam com a criança a vir, não com a criança adulta que se transforma em mãe. Paparicam o bebê e ela acaba de canto, alheia, sequiosa por um aconchego que não chega. Na hipótese de atravessar uma cesariana, dolorida e custosa, não receberá sequer algum questionamento sobre sua saúde. Andará sozinha, bem lenta, atrás do cortejo. A depressão pós-parto não é uma miragem, sinaliza desvalia.

De uma hora para outra, a mulher não é mais responsável pela sua existência, é responsável por duas vidas. Não poderá se dar ao luxo de pensar somente em si. Pensará em si por último, caso sobre tempo. Aliás, vejo que não é casando que a mulher deixa de ser solteira, ela muda efetivamente de estado civil ao gerar um filho. A dependência é substituída pela independência, no sentido de orientar e educar a criança.

POR MAIS QUE ESTEJA ACOMPANHADA
de um marido companheiro e atento, é como se mandasse no campinho. É ela que deverá responder - ou acredita que deve responder - no surgimento de dúvidas e impasses. O homem ainda goza da regalia de coadjuvante, com atenuante de que não precisa conhecer tudo. Pai está aprendendo a ser pai, mãe está ensinando a ser mãe. A crença é que a mulher tem uma enciclopédia embutida no ventre.

Licença-maternidade não é uma licença poética. Não é apenas estacionar o filho na vaga preferencial do seio. Mal se recuperou do parto e enfrenta a multiplicidade de atividades. Não dorme pelo medo de dormir e deixar escapar um apelo do bebê e ser incriminada por omissão. A insônia é o de menos. Até encontrar a posição certa de segurar o nenê para não ter cólicas, até encontrar a melodia adequada que tranqüiliza o choro, até encontrar a postura confortável para não sofrer com dor nas costas, é uma arte.

ENTRE CUEIROS E TIP-TOPS
, entre fraldas e lençóis, dificilmente será reconhecida em família pelos seus pequenos e imprescindíveis feitos. De que modo contar a terceiros e ao próprio marido o que fez? Que deu leite, arrumou as roupas, limpou o cocô, deu papinha e que essas operações tomaram o seu dia? As energias gastas em 24 horas serão reduzidas a um relato de três minutos. Dirão que é exagero. Começa a cobrança e a sensação de que não é compreendida.

O marido aparecerá em casa, leve e lépido, mais disposto (é claro), e brincará descansado com o filho, imitará sons de bichos, desfrutará da organização e de uma companhia para dividir as tarefas. Ele curte o que desejava para você. O pai é o parque, a mãe é dia útil. Resta assistir à alegria como se fosse sua.

IMAGINE UMA PROFISSIONAL HIPERATIVA
mergulhar de repente nesse mundo em que nada aparenta acontecer e tudo acontece sem jeito de demonstrar? Ter a rotina reduzida a dez quarteirões do bairro, na faixa que compreende a quitanda, a farmácia, a praça e o mercado, como um exílio em sua cidade? Uma mãe recente é uma ótima crítica da televisão à tarde. Pela primeira vez, é capaz de opinar com fundamento sobre a qualidade dos programas.

De um comercial a outro, o filho cresce mais rápido do que supunha. O que adiava para fazer continuará adiando. Se nos preparativos, demorava séculos para definir a cor do enxoval, as decisões agora são rápidas e fulminantes. São para ontem. O filho largou o peito, deve então acertar a temperatura do leite, preparar a comida, optar pelas peças da gaveta. Será que ponho casaco ou não? Está quente ou frio? O ponto mais visitado é a bunda rosada da criança, para verificar assaduras. As mãos cheiram a hipoglós e não é de estranhar que a pasta branca fique nos vãos dos dedos no momento de dormir. E, quando toca o telefone, a mãe se envergonha de dizer que está segurando o filhote no colo e faz o impossível para que a voz na linha não note o incômodo. Um malabarismo para acalmar os gritos do pequeno, entender a conversa e ser educada. Mãe carrega muita culpa desnecessária. A maternidade é uma solidão desproporcional, uma solidão solteira em cama de casal.

A libido fica em baixa, não se tem a mesma vontade louca de transar. Nem é vontade, é disposição, condicionamento físico. Após desbotar o tapete do corredor no vaivém, não há como se arrumar. Arrepende-se dos espelhos no quarto adquiridos para projetar posições eróticas. O homem se aproxima dengoso e amoroso e a dor de cabeça é a saída menos explicativa. Existe um cansaço inclusive para DR (Discutir o Relacionamento).

A mulher se vê acima do peso, com os seios estranhamente grandes (talvez o homem goste da protuberância, esquece que o aumento é inchaço, dói e não é para ele) e a cintura se equilibrando com a transformação. Pela primeira vez, um maiô não é uma idéia insuportável. O corpo está longe da rigidez e para recuperar as formas antigas só com muita ginástica, musculação e sorte.

ELA ESTÁ DISTANCIADA DO NÉCESSAIRE, substituída pela sacola forrada de plástico, com pomadas, panos, bicos e o restante infinito do arsenal infantil. O máximo a fazer é paquerar a sinaleira. O único jeito de avançar no sinal vermelho é ali, com o carrinho de bebê na faixa de segurança.

Se não está aprontando e ordenando as coisas, está limpando a bagunça. Se não está encaminhando a criança ao sono, está dormindo junto. O banho de banheira da criança que encharcará o piso será o raro momento em que se ausentará, ouvirá novamente sua respiração e buscará informações atualizadas da rua.

Falei do trabalho, porém é o isolamento que mata. O pai age, na maioria das vezes, como um porteiro das visitas, cumpre a convenção social de mostrar o bebê para em seguida continuar suas conversas. Um elogio pra lá, um elogio pra cá, a criança abandona a cena e a mãe corre atrás, para atender as chamadas noturnas. Não há como acompanhar os papos entusiasmados e eufóricos. Escuta-se as risadas do quarto, com receio de que a criança seja acordada e tenha que recomeçar o acalento. Torce para que as visitas saiam cedo.

OS AMIGOS E AMIGAS DA MULHER, de contato freqüente, de repente desaparecem. No início, podem rodear o bebê, propor bilu-bilu e esganiçar dublagens. Exaltam o nascimento. No instante do socorro e exaustão, nenhuma alma por perto. Acontece uma segregação silenciosa e terrível. Alguns se afastam para não incomodar, outros para não serem incomodados.

Durante essa fase, os relacionamentos escasseiam também devido à exclusividade materna. Quem não tem filho pode achar esquisito, mas pais discorrem na mesa sobre quantas vezes a cria foi aos pés e a cor das idas e vindas! Ela encontrará dificuldade de conversar de outros assuntos que não os relativos ao seu filho. Afinal, seu universo gira em torno dele. Vai se aproximar de outras mães para dividir suas dores e delícias. Um dos motivos para que as reuniões das creches sejam longas. É um momento de desafogo e de cumplicidade.

A MÃE QUER SE SENTIR OUVIDA, falar do que incomoda na hora em que sente. Não depois quando já se confortou. Ou antes quando não entende. Tal jornal – mãe é para ser lida no dia. A pior coisa para ela é estocar sentimentos e apreensões, como quem guarda inutilmente papel velho. Mãe deve dizer o que a confunde de pronto e ser respeitada em silêncio até o fim, para que a preocupação não seja convertida em recalque.

Quando não está ao lado da criança, mãe padece com severa intensidade. Uma saída para se distrair – ou ao retornar ao trabalho –, e está ligando apavorada para a babá, solicitando relatos minuciosos dos últimos movimentos do rebento. Pavor de que não há quem cuide melhor do que ela. Ou pavor de que alguém cuide melhor do que ela.

O QUE É SER MÃE? É nunca precisar fazer essa pergunta. O que se experimenta em segredo, o esforço hercúleo, o afeto pontual serão recompensados com a telepatia. A mãe notará que é possível esconder seus sentimentos de qualquer um, menos de sua criança, que alisará seus cabelos no desalento com o pente das unhas e nadará com alegria em seu corpo em cada abraço. E basta observar que a criança imita seu trejeito, basta reparar que a criança segura os objetos com a sua firmeza, basta reconhecer na voz dela o galho florido de seu timbre, basta cheirar o cangote e descobrir quantas fragrâncias não foram criadas, basta vê-la caminhar longe do apoio, balançando como um pingüim, basta ouvi-la dizer “mãe” com a pausa de uma reza, basta ser surpreendida com as repetições de suas idéias, basta que ela invente novas possibilidades para linguagem, basta que ela ponha a digital em um cartão, que ela retribua o “eu te amo”, e as adversidades serão esquecidas. As adversidades já serão amor.

Publicado na
Revista Cláudia Bebê, Edição 553, Outubro/Novembro/Dezembro de 2007, p. 58-64

quarta-feira, setembro 17, 2008

Coelhinho FUFU é Coelhinho SIFU

Esses dias aqui em casa nos renderam tbém algumas risadas. Eu e minha cunhada nos matamos de rir, quando assistimos Xuxa Só para baixinhos 3, na música do coelhinho FUFU.

Vcs já notaram que o coitado do coelhinho só se ferra?

Além da fada madrinha voltar sempre em cima dos ratinhos e nada acontecer com ela, o coelhinho só pq dá uns amassos mais fortes, acaba virando um patinho.

Mas o melhor (pior?!?!), é quando a música acaba. Que a Xuxa dá uma lição de moral que até agora eu ainda não consegui compreender que relação tem com a história.

"Moral da história: Nada como um dia após o outro" ?????????

HEIM???

Agora todos os dias que ouvimos ou vemos algo meio nada a ver, sem noção, apelidamos de Coelhinho Fufu e comentamos "nada como um dia após o outro".

E o coelhinho Fufu virou coelhinho Sifu.

O vídeo pra vcs conferirem se não estou falando a verdade:

sexta-feira, setembro 12, 2008

Sobre os blogs anônimos de Maringá

O bicho vai pegar e eu vou morrer de rir. De cima do camarote, aplaudindo cada um que a casa cair!!!

Leia aqui o porquê.

quinta-feira, setembro 04, 2008

Notícias do dia

To indignada com o tanto de noticias que me chocaram hoje!

1 - Bebê chora no próprio velório. Foi diagnosticado como morto, mas chorou no velório. Uma funcionária da funerária viu o bebê suspirando, estranhou e resolveu não colocar algodão no nariz. Eis que o bebê acorda... Mas, a caminho do hospital, o bebê morre "de novo"...

Que irresponsabilidade desse hospital!!! Gente, tá louco, viu?! A mãe do menino ficou 12 horas em trabalho de parto pq não tinha médico de plantão... Aí o bebê nasceu com parada cardiorespiratória... Brasil, Brasil...

2 - Irmãos morrem em incêndio no RS. Os pais conseguiram escapar, mas não conseguiram salvar os filhos de 5 e 1 ano e 6 meses. AS crianças estavam sozinhas em casa. :(

Pais, não deixem suas crianças sozinhas NUNCA! Minha sobrinha, qdo tinha 6 anos, enquanto meus pais dormiam e minha irmã tinha saído, resolveu fritar um ovo pq estava com fome e foi cheirar a panela!!! Resultado: queimou o queixo... Tá, eu ri até!!! Mas poderia ter acontecido coisa pior... Minha irmã achou q elas estariam seguras, a irmã dela com 12 anos, tava acordada, mas não viu a peidada da juca.. hehe

3 - Jovem fica preso em agência bancária por 5 horas. O rapaz foi tirar dinheiro e as portas travaram, luzes apagaram... Afff, acho que eu quebrava tudo! Imagina a raiva?

Uma vez eu fui ao banco fazer depósito pra fábrica num feriado, pois tinham feito um pagamento e eu não queria ficar com o cheque comigo, era valor alto.. Eis que estou eu lá escrevendo atrás do cheque, me deu um treco, estabanada, acabou o cheque escapando e caiu entre o vão da máquina e o móvel que a protege... Aff... Eu, grávida, meu pai na praia, eu com a reponsabilidade toda pra mim, sendo que eu já tava de repouso por problemas na gravidez...

Quase morri de chorar e não conseguia encontrar ninguém do banco. Na segunda, cheguei mais cedo que o primeiro a chegar no banco e fiquei na porta esperando. O gerente me conhece, graças a Deus, e foi lá pegar o cheque pra mim... Mas que susto danado!!! Pior era meu pai me ligando toda hora pra brigar comigo.

Na verdade o véio tava achando que tinham me assaltado e tava preocupado. Ficava me perguntando toda hora como tinha acontecido... Pq esse cheque ja tinha tido um problema, foi depositado numa conta errada, aí depois o dono da conta errada fez o cheque pra repassar pra a gente... Meu pai ja tava achando q era golpe, aí acontece essa.. kkkkkk

4 - Motel invadido por assaltantes. Invadiram os quartos. Imagina só vc num quarto com alguém, chega dois caras encapuzados... Jesus!!! Que medo! Pior se a pessoa que ta lá no bem bom for casada e tiver com amante, já pensou??? Como explicar...

5 - Pra finalizar, uma notícia bem legal: Mãe de 59 anos dará luz a TRIGÊMEOS na França! Que lindo! Que venham com muita saúde!!! Ciência é uma coisa Divina!!! hehehehe Ou vc acha que Ele não dá uma mãozinha?

"Não cai uma folha de uma árvore, sem que Deus permita".

beijosssssssssssss