sábado, setembro 04, 2010

Os Cupcakes da Angélica

Quando me mudei pra casa onde moro, tive o privilégio de conhecer dois casais vizinhos (os únicos da rua rsrs). O casal da casa de cima da minha, Hugo e Daísa; e o casal da casa de baixo, Adelino e Angélica.

Tivemos uma sorte muito grande, ou simplesmente fomos colocados aqui por Deus, pra que cruzassemos com pessoas tão especiais pra nós!

Formamos um grupo de três casais, que sempre tem contato e uma amizade muito grande mesmo!

Ainda me lembro, quando chegamos aqui pra ver a casa, o Hugo saiu na frente e disse: você tem computador??? E aí tivemos a certeza de que seríamos bons amigos! kkkk

Com o Adelino a mesma coisa. São três nerds e as três esposas semi-nerds (e eu sou a mais nerd) que aguenta os maridos jogando... hahaha

Mas aí por sacanagem do destino, o Adelino foi contratado por uma empresa em Porto Alegre e aí eles se mudaram... Foi bem chato, sentimos uma baita falta! Mas aí ele saiu da empresa e voltou 2/3 anos depois. Parecia que nunca na vida eles tinham saído daqui! A amizade continua a mesma!

Mas perdemos eles como vizinhos, né... Pq foram morar em outro lugar. Aí fomos assistir jogo na casa deles e chegamos lá tive a surpresa de que Angélica está fazendo cupcakes. Angélica é nutricionista e uma cozinheira de mão cheia! Posso dizer de barriga cheia! rsrs...

Ela voltou, como tava sem emprego, começou a fazer... Fez uma festinha aqui, outra ali, umas empresas começaram a comprar... E aí... Angélica acabou entrando pro ramo! Meio sem querer!

E acho que ela não poderia ter feito coisa melhor!!! Ela tem O DOM e faz com um amor que os bolinhos ficam muito lindos!!! Fora que em Maringá não é fácil encontrar cupcakes! Aliás, acho que nunca vi alguém aqui que faça!

E mesmo que faça, me desculpem, mas a Angélica domina! rsrs... Gente, mto bom demais da conta! Ta doido!!!

Hoje fizemos um churrasquinho de vizinhos e ela levou pra a gente cupcakes personalizados!

Um charme! Uma delícia! Os sabores eram: chocolate e chocolate com castanha. Morry!

Segue a foto, que está sem qualidade pq fiz com o celular!


E já sabem, Cupcakes é com a Angélica!!! Olha, AGARANTCHO!!! E Olha... Coisa linda e deliciosa pra festinhas!!! Sophia AMA! Mamãe tbém!

Querem ver mais cupcakes da Angel? Cliquem aqui. Ah, e tbém tem mais informações sobre ela e sobre contato!

Ah, não fiz esse post pra fazer propaganda a toa viu, fiz pq realmente... Morry com esses bolinhos! Angel, me pague a publicidade em cupcakes, ok?! hahahahahahahaha

beijos

sábado, agosto 28, 2010

Nanda 2010


Gente... Vim aqui falar um pouco sobre mim. As mudanças que tive na minha vida. Se é que isso importa pra alguém, mas é minha forma de desabafar as rejeições que sofro de algumas pessoas próximas.

Quem me conheceu Nanda 2003 mais ou menos, eu era uma moleca, irresponsável, que levava a faculdade com a barriga, que tinha sonhos, mas não pensava muito no futuro, pq queria só curtir...

E eu curti. Se eu me arrependo? Não. Eu curti muito! Me arrependo de ter levado a faculdade com a barriga, isso me arrependo. Hoje acredito que eu aproveitaria muito mais! Nessa época, eu namorava o Ric à distância. Saía muito com as amigas, bebia muito pra conseguir "socializar" mais. Enfim...

Desde pequena tive um sonho. Meu sonho SEMPRE SEMPRE SEMPRE foi ser mãe e ter uma família. Tanto que curti minhas sobrinhas como se fossem minhas filhas. Acompanhei a gravidez de minha amiga Grá do início ao fim! Parecia até que eu era o pai! kkkk Curti cada minuto dessas 3 meninas, quase como se fossem minhas!

Meus valores mudaram quando o Ric mudou pra cá! Criei responsabilidade, pq com a mudança dele, eu começaria a correr atrás de meus sonhos. Trabalhei mais, saí bem menos... Parei de beber, coisa que eu bebia todos os finais de semana e diminuí pra 4, 5 vezes ao ano. Isso pq o Ric não é de beber, não gostava de me ver bêbada e eu me toquei que realmente, era uma mala sem alça bebendo pra "socializar", acabava mais escandalizando do que socializando rsrs. Apesar de que olha... Adoro tomar cerveja com amigos, mas não da maneira "vou ficar bêbada e fazer merda" como era antes.

Enfim. As amigas reclamaram, sentiram falta... O Ric até ia de vez em quando na minha, mas acabei eu mesma desistindo dessa vida de balada... Fora que trabalhando, eu via que desperdiçava muito dinheiro com futilidades.

Eu queria me casar, ter minha casa, engravidar... Não dava, né? Era uma mudança de momento.. E olha que enfrentei até terapia pra enfrentar a mudança! rsrs...

E aí em 2004 me casei... Em 2006 engravidei e tive a Sophia em 2007. Minha vida já não era lá mais tão baladeira... Parei de sair de vez. Desde que ela nasceu, da pra contar nos dedos as vezes que saímos a noite. Mas aí me vem um monte de gente, que me conhece desde antes, fazer aquele discurso de que eu preciso sair, preciso desgrudar da Sophia, preciso não sei que lá...

Não. Eu não preciso. Eu sinto falta sim, de bebericar algo com minhas amigas... Mas não sou apenas eu que me afastei não... como diz o Carpinejar, Quando a gente vira mãe, os amigos se afastam. Uns pra não incomodar, outros para não serem incomodados. Esses dias tentei me reunir com as amigas e só uma delas foi, de 5 combinadas, a Josi. Uma tinha que ficar com marido, outro recebeu visita repentina, outra não explicou e outra ficou com preguiça! Fora as amigas que foram embora ou já moravam longe...

Entramos em momentos diferentes. Tenho amigos que saem e tem filhos, como a Grá... Mas ela tem com quem deixar a Duda desde pequenina. Minha irmã tinha a sogra, minha mãe ainda não tomava remédios, tinha eu... enfim... Cada um tem sua vida e sua família... Alguns com sorte de ter alguém pra cuidar e outros, como eu, não.

Eu não tenho dinheiro pra babá. Minha mãe toma remédio pra dormir, minha irmã não é uma tia "amo crianças" como eu fui (que ficava com as meninas pra ela). Meus sogros não moram em Maringá. Enfim. Mas eu já sabia de tudo isso que eu enfrentaria desde o momento em que cheguei no Dr. Marcelo e disse: vamos começar o tratamento para engravidar.

Sabia de todos os prós e contras. E, gente, o principal... A Sophia é o meu sonho realizado... Eu to curtindo esse sonho cada minuto de minha vida. Pq filhos crescem e eu vou sentir mais falta de estar com ela do que da época que eu ia pra balada!

Eu posso ser chamada de chata e careta. E sei que, por trás, sou chamada sim. Estou tão dentro do mundo da Sophia e do Ric, que curto tudo com intensidade. Meus assuntos preferidos são criança e família. Pq sempre gostei desse tipo de coisa. Aos 15, dizia que queria ser professora de pré-escola. Não fui pq achei que o salário seria baixo... Uma vez fiz serviço comunitário em uma creche, pq escolhi uma creche. Enfim. Essa sou eu. Eu amo crianças. Eu quero trabalhar com crianças. É meu sonho. É a minha realidade.

Minha filha é meu sonho realizado e é a minha criança. Pensa??? Eu amo criança e amo minha filha... Então é mais amor ainda! hahaha

Tem gente que não me aceita assim. Mas eu não me importo, pq eu me aceito. Ric me aceita. Sophia me aceita... Essa sou eu. Talvez aquela Fernanda de 2003, era a Fernanda mais fake. A Fernanda que precisava beber pra estar feliz. A Fernanda que não tinha nenhum compromisso com ela mesma. Que vivia chorando pelos cantos...

Estou feliz. Sou feliz. Poderia estar melhor? Sim. Poderia dividir isso mais vezes com mais amigos. Mas alguns moram longe, outros estão em outro momento... Os que divido tem sido os amigos mais atuais, que me conheceram versão 2004 pra frente e me aceitaram exatamente como sou! E não preciso deixar a Sophia com babá nem com ninguém, pq eles dão um jeitinho de vir aqui em casa ou saímos e levamos ela... Alguns trabalham muito, como a Josi, mas sempre dá um jeito de vir me ver. Enfim, entendo cada um dos amigos. Mas tem uns que se dedicam menos à nossa amizade, simplesmente pq não aceitam minha realidade. E aí eu lamento.

Logo ela cresce. E aí talvez eu socialize mais.

Enfim... Essa sou eu. Me ama? (giria lubrasileira)


sexta-feira, agosto 20, 2010

MANIFESTAMOS PELAS MÃES




Conheci o manifesto pelas mães através do blog da @marimercer.

Venho divulgar através do meu blog. Espero que consigamos muita assinatura!

beijos

Segue o texto perfeito, feito pelo Grupo Cria.


"Manifestamos pelas mães

Mãe que dá o melhor de si e convive com a crônica sensação de que nada é o suficiente.

Mãe de carne, osso e vísceras que, ao se perceber humana, sente-se cada vez mais distante do ideal de devoção da Santa Mãezinha. E por isso se culpa.

Mãe que comprou o sabonete com óleos essenciais, o iogurte com fibras, o desinfetante com cloro ativo, a fralda com bloquigel e mesmo assim seu filho não dormiu a noite inteira, seu marido se queixa e sua casa não é o templo limpo, perfumado e livre de insetos que aparece na TV.

Mãe mulher, dona de casa, profissional e amante, que segue passo a passo as dicas das revistas femininas para conciliar seus inúmeros papéis e virar “super”, mas ainda não encontrou sua capa.

Mãe cuja única preparação para a mais dramática mudança da sua vida foi o cursinho da maternidade e, se privilegiada, a decoração do quartinho e a compra do enxoval.

Mãe que vive em uma sociedade que a glorifica, ao mesmo tempo em que a obriga a terceirizar a criação dos seus filhos. Seja por necessidade, independência ou reconhecimento. Como se, em qualquer um desses casos, essa não fosse uma decisão extremamente difícil.

Mãe que se divide diariamente entre a administração do lar e da profissão, encarando múltiplas jornadas que a levam constantemente à exaustão física e emocional.

Mãe que se dedica de corpo e alma ao significativo projeto de criar uma criança, enfrentando um nível de cobrança superior ao de qualquer chefe ranzinza e cliente exigente. 365 dias por ano, 24 horas por dia. E mesmo assim é percebida como alguém que não faz nada. Até por si mesma.

Mãe pobre que, quando opta pelos filhos, é acomodada. Quando rica, é madame. E, quando profissional, é ausente.

MANIFESTAMOS PELA MATERNIDADE

E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.

Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.

Manifestamos por parir de forma saudável, humana e tranquila e que essa seja uma decisão consciente da mãe. Amparada por uma equipe de profissionais da saúde que a respeitam, orientam, acompanham e zelam pelo bem estar dela e do bebê.

Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.

Manifestamos pela aceitação da metamorfose e da mudança de valores que a chegada de uma criança proporciona na vida de qualquer adulto. E pela valorização desta transformação na sociedade, como contraponto para a cultura do egoísmo e da juventude eterna.

MANIFESTAMOS PELO ATIVISMO ANÔNIMO E INCANSÁVEL DAS MÃES

Nas trincheiras domésticas de uma sociedade cada vez mais dominada pelas leis cruéis do mercado.

E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.

Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.

Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.

Mães que tentam proteger a infância e não desistem diante do bombardeio de mensagens que estimulam a erotização e o consumo precoces.

Mães que empreendem, que inventam, que abrem mão, que buscam alternativas, que assumem o vazio e a sobrecarga. E promovem viradas.

Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.

Que pensam globalmente e agem localmente, casa a casa, família a família.

E que administram seus lares, como se ali começasse a mudança que desejam para o planeta.

MANIFESTAMOS PELA TOMADA DE CONSCIÊNCIA FAMILIAR

Pela valorização do papel da mãe no seio da família e pelo fim das hipócritas tentativas de minimizar a diferença que a presença dela faz.

Pelo reconhecimento da vital importância da maternidade para a humanidade, e por ações sociais e políticas que valorizem e estimulem a atuação da mãe.

Por uma rede de relacionamentos que coloque novamente mulheres de diferentes gerações em contato, reconstruindo referências que foram deturpadas e estereotipadas pela mídia e pela sociedade.

Por mães unidas para estudar, compartilhar experiências e desenvolver novos pontos de vista para este tema milenar, universal e ainda tão incompreendido.

Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.

Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.

Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.

Manifestamos pela ausência de fórmulas, de guias práticos e de respostas prontas, pois cada mulher é livre para buscar seu caminho e desenvolver sua história. No seu tempo, no seu ritmo e na sua individualidade.

Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.

Manifestamos por você e por nós. Pela Terra e por todos os filhos que dela vieram e ainda virão.

Manifestamos pelas mães!"

Entenda e assine você também o manifesto pelas mães clicando aqui.

terça-feira, agosto 03, 2010

Sobre palmada "educativa"

Bom, já que uma colega insinuou que bato em minha filha, venho aqui contar um pouco da minha história sobre palmada.

Eu tomei bons puxões de orelhas e palmadas de minha mãe. E não fiquei traumatizada.

Não mesmo. Mas será que aprendi ou só tive medo? Bem, não me lembro.

Fato é que quando a Sophia nasceu, eu estava decidida de que ela nunca tomaria uma palmada minha. Mas aí ela foi crescendo e foi tendo suas birras, seus pitis... E aí na prática fica tudo mais difícil, né. Falar é tão fácil....

Tomou palmada sim.

E aí quando dei palmada, recebi em troca uma criança que na hora me obedecia, mas depois ficava mais birrenta, mais nervosa... etc.

Aí me incomodei com isso... Sentia que tava errada. Comecei a ler mais, procurar soluções. Como agir, como punir? Só o castigo não estava resolvendo... Aí comecei a tirar privilégios e funcionou de uma forma tão boa... A menina simplesmente parou com tudo.

Acontece que eu aprendi que com palmada a criança não aprende. A criança deixa de fazer o errado por medo e não porque é errado. Existem formas de mostrar o certo pra criança. Bater não educa, intimida.

"Não mexa com faca, senão vai apanhar" é diferente de mostrar que mexer com faca machuca. Só um exemplo.

E aí hoje no twitter a @lubrasil mandou um texto que está no blog dela que achei sensacional e quero compartilhar com vocês. Aqui. Esse texto foi ecrito por Márcia.

Achei tão sensacional e tão claro e instrutivo o blog que resolvi compartilhar.

Não quero que pensem que estou condenando quem dá palmadas. Pq acho que cada um sabe o que é melhor pra sua família. Na minha família acho melhor não dar.

Outra coisa que li ainda hoje é a seguinte frase "Só bate em filho quem tem preguiça de educar". Discordo na parte do "só bate". Talvez só bata em filho quem não sabe a melhor forma de educar.

Estamos no mundo pra aprender. Mudar de opinião é uma virtude e não uma vergonha! Eu mudei a minha e me sinto orgulhosa por isso.

Pense nisso.

beijos

domingo, julho 25, 2010

3 anos 10/07/2010


Meu Deus... Ainda ontem ela era meu bebê. Aquele cisquinho de gente que fazia mil barulhinhos. O choro dela me deixava apavorada com ela no colo, sem saber o que fazer... A única coisa que eu sabia era que eu tinha que cuidar do presente que Deus me deu.

E acho que tenho feito um bom trabalho, junto com meu marido. Ela é uma menina boazinha, carinhosa. Adora dividir. Embora as vezes brigue com a prima, sai de casa sempre com um brinquedo pra emprestar pra "Maria".

Ela já está tão grandinha... E ao mesmo tempo é tão bebê! Ela que só curtia dvds musicais, agora se amarra numa historinha. Ela que falava tudo com L no lugar do R, tem falado tudo tão corretamente... Mas ao mesmo tempo as vezes ainda solta uma palavra engraçada, como "carambota" no lugar de "Cambalhota". Cada vez que ela aprende a falar alguma coisa corretamente penso em como ela está crescendo rápido!

Ela que só dormia comigo perto, as vezes me manda sair pra ela "dormir sozinha". Ela clama por sua independência e as vezes eu me prendo a solta-la pro mundo... Por mim, ficaria com ela sempre debaixo de minhas asas. Mas não vivo por mim, vivo por ela... E por ela, vou ter que aceitar que minha filhinha está crescendo!

As vezes ela se acha tão independente, que tenho que freiá-la. Algumas coisas ainda são perigosas pra Sophia... E aí é tão difícil, porque ela QUER crescer. E diz "eu já sou grande". E aí a gente fica meio perdido... Porque as vezes dizemos: nossa, como você é grande e esperta... Mas também temos que dizer: você é muito pequena, não pode fazer isso!

Viver isso é legal! É tão bom! É gostoso demais passar por todas essas fases! E sei que sempre vou sentir saudades da fase que já passou... Mas viver o presente com ela é o melhor presente pra mim!

E aí eu lembro daquela propaganda que fala que a gente quer que os filhos cresçam logo, mas que não cresçam nunca!

Filha, eu te amo demais! Eu amo ter você comigo! Parabéns! Cresça! Seja feliz! Mas não me esqueça... hehehe

Rotina, presença real e amor!

(Pausa pré texto)Tipos que sei que a foto tem nada a ver com o texto... Mas ela não é linda? Rsrs (despausa)

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Nunca fui uma pessoa muito organizada. Admito. Embora adore organização... E quando pego pra organizar, sei fazer muito bem. Mas manter a organização é uma coisa difícil pra mim. Acho que a maternidade me forçou a trabalhar esse meu lado organizada melhor. Mesmo assim, ainda estou longe do ideal.

Não tenho o hábito de assistir Super Nanny. Mas ontem me peguei assistindo o final de um episódio e como fiquei curiosa (viva a web), terminei de assistir hoje o resto que perdi.

Esses dias a Sophia não andava muito bem. Além da minha desorganização (não falo só de limpeza de casa, falo de organização de tempo também) natural, ainda tive que me dividir em mil pra preparar a festinha dela, a chegada da minha sogra e do meu sogro, férias, e além de tudo ela ficou doente, enfim... A nossa vida ficou uma bagunça e saímos completamente da rotina. E o que já não era muito organizado, vixi maria...

No que isso resultou? Uma mudança de comportamento absurda da Sophia. Rebeldia, me batia, gritava, fazia muita birra... Nossa, eu já estava arrasada, me sentindo a pior mãe. Porque não estava dando a atenção que sempre dou.... Enfim. Logo que passou o aniversário dela... Tirei umas férias de coisas a fazer (preparei tudo... decoração etc...) e voltei à rotina dela e dei mais atenção. Aí, adivinha? Voltou a ser meu anjinho de sempre. Claro que com sapequices, mas tudo natural da idade dela... A Paz voltou a reinar no lar.

Por que falei de tudo isso? Porque assistindo super nanny, me deu vontade de falar sobre organização e sobre a atenção que devemos dar aos filhos. Se você for ver, quase todos, se não for em todos (não assisti todos rs), os programas, a Super Nanny faz os pais dedicarem mais tempo aos filhos e estabelecer uma rotina, não só da criança, mas da casa.

A Sophia até que tem uma rotina legal. Mas a MINHA ROTINA, é uma bagunça. E aí resulta em cansaço, que atrapalha na qualidade de tempo que tenho com ela e com o Ric.

Deus do céu... Como é importante estarmos com a criança de corpo e ALMA. Participar das brincadeiras e não só responder "é, aham, sim... não..." e continuar olhando a tv (ou twittando no blackberry - meu caso - hihihi) e nem ouvir de verdade a brincadeira dela. As vezes nem prestamos atenção e as crianças estão nos passando dicas importantíssimas do que estão sentindo e acabamos deixando passar reto. E aí se sentem rejeitadas... E aí começa toda a rebeldia...

E a rotina? A organização do local e do tempo. Criança PRECISA de rotina. Criança precisa que alguém fale o que ela tem que fazer no dia... Senão desanda... E ela fica perdida... E aí desanda tudo de novo...

Enfim. Fica a dica. PRa você e pra mim. Vou me policiar pra manter minha organização em dia pra que a Sophia não saia mais da linha... E estar presente não só de corpo, mas de mente, coração, alma... Ela merece! A gente ama tanto esses pequenos, né? Qualidade de vida é o mínimo que devemos dar a eles! Nossa obrigação! As crianças merecem!

Bora lá?

terça-feira, julho 13, 2010

Julho é dos meus amores


Mês de julho é o mês dos meus dois amores!!!

AMO MUITO VOCÊS! Parabéns Ric e Sophia!